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A IMPORTÂNCIA DE UM PROJETO ARQUITETÔNICO COMPLETO PARA A BOA EXECUÇÃO DA OBRA

Você já deve ter visto em algum noticiário na TV, notícias de uma ponte com perigo de desabamento ou escolas e postos de saúde que não tiveram suas obras concluídas, o que culmina em milhares de pessoas insatisfeitas e, principalmente, prejudicadas. Isso, na maioria das vezes, é reflexo de um projeto arquitetônico mal elaborado.

Essas falhas estruturais e paralisação em obras, como observamos constantemente nesse tipo de reportagens, poderiam muito bem acontecer com qualquer um de nós na hora de construir, caso não contássemos com um projeto completo, que contemple o máximo de informações sobre a obra.

“Construir ou reformar é muito mais do que empilhar tijolos. Requer muitas análises, realização de cálculos e organização para que nada saia errado no final. Muita gente tem pressa na entrega e acaba fazendo essa etapa por conta própria, o que pode colocar a sua segurança e da sua família em risco, além de ser ilegal”, alerta o arquiteto Fernando Mello Filho, da MGSP Arquitetura de Mogi Mirim.

O profissional comenta ainda que, o projeto arquitetônico considera tudo aquilo que irá nortear a obra, como por exemplo: definição de materiais, detalhes construtivos, quantidades, tipo de mão de obra, dentre outros. É possível ainda definir objetivos, tempo e custos estimados.

“Com um bom planejamento é possível evitar surpresas no decorrer da obra, aumentar o controle gerencial e se antecipar a possíveis problemas que poderiam comprometer a qualidade do serviço”, aponta o arquiteto da MGSP.

Um projeto arquitetônico é composto por diversas fases:

1) A primeira se trata de um estudo preliminar, considerando o levantamento de dados, estudos de viabilidade, recurso necessário e restrições que possam existir, para a definição do projeto, que virá a seguir.

2) Essa segunda etapa é chamada de anteprojeto, que é a hora de reunir todos os dados e definir as características da obra. O anteprojeto é uma fase primordial, pois é ele que fornecerá subsídios para a elaboração do projeto básico, executivo e legal que o município deverá aprovar.

3) A formalização de todas as informações e dados reunidos darão subsídios para a terceira etapa: a do projeto básico, que deve constar todos os ambientes, as fachadas, o processo de construção, os acabamentos e os materiais que serão utilizados. A partir daí é que será possível estimar os custos mais claramente.

4) O projeto executivo é o último passo antes da construção. Esse documento é o detalhamento de todos os documentos necessários para a execução. Contém as plantas, os cortes, as fachadas, os detalhes construtivos, a definição de materiais, os acabamentos, as esquadrias e o telhado, além de ser acompanhado por um memorial descritivo e lista de materiais.

O arquiteto da MGSP, Fernando Mello Filho, dá ainda outras dicas para que tudo saia conforme o previsto. “É imprescindível que você contrate um profissional experiente e que saiba traduzir ao cliente os termos técnicos da obra. Além de ter fácil acesso para que ele tire qualquer dúvida”, http://mgsp.com.br/

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